Editoras de Niterói são capa de revista

O editor da Nitpress, Luiz A. Erthal, em destaque na matéria


Pimentel é destacado no final da matéria


Capa da revista


Matéria de capa da revista O Flu, que circulou junto com a edição de 18 de setembro do jornal O Fluminense, mostrou o vigor do mercado editorial de Niterói, destacando a participação de seis editoras da cidade na última Bienal do Livro. A atuação da Nitpress é comentada com destaque na matéria, que classifica a editora como a responsável, hoje, pela publicação da produção literária fluminense.
Leia também uma análise sobre a feira feita pelo publisher da Nitpress, Luiz Augusto Erthal, no artigo “Reflexões da Bienal”, publicada no blog Toda Palavra.

Poesia no encerramento da Bienal

A poesia teve lugar de destaque dentro da programação da Nitpress no último final de semana da Bienal do Livro do Rio de janeiro. Eventos como o sarau poético Mini FLUP/Um brinde à poesia, na sexta-feira, dia 9, e o debate sobre o Café Paris, no sábado, dia 10, atraíram dezenas de pessoas ao estande “Letras de Niterói”. Veja uma bela cobertura fotográfica desses momentos no blog do poeta Alberto Araújo.
O lançamento do livro Vocabulário de palavras hifenizadas e pluralizadas, da professora Dionilce de Faria, também no sábado, e a palestra sobre autoajuda do dr. Marcos Calmon, autor do livro A cura através da sua mente, no domingo, completaram a programação da editora.

Nitpress promove debate sobre a Legalidade na Bienal do Livro

Ápio Gomes, Osvaldo Maneschy, Eduardo Costa e o editor Luiz Erthal durante o debate


Os 50 anos da Campanha da Legalidade – movimento liderado em 1961 por Leonel Brizola para garantir a posse do presidente João Goulart – foram lembrados na Bienal do Livro do Rio de Janeiro por um debate promovido pela editora Nitpress, dia 7 de setembro, com as presenças de Eduardo Costa, autor do livro 50 anos desta noite, Osvaldo Maneschy e Ápio Gomes, organizadores de A Legalidade e outros pensamentos conclusivos de Leonel Brizola, que será lançado em breve também com o selo Nitpress.
O evento despertou grande interesse e foi amplamente divulgado pela imprensa, ganhando espaços na coluna de Anselmo Gois em O Globo, no programa jornalístico de Ricardo Boechat da rádio Band News Fluminense FM, além de cobertura da TV Brasil, que mandou uma equipe à Bienal especialmente para registrar o fato. Ao final do debate, coordenado pelo editor Luiz Augusto Erthal, Eduardo Costa autografou o seu livro, apresentado agora ao público carioca, depois de ter sido lançado nacionalmente no Congresso Nacional, em Brasília, dia 23, e em Porto Alegre, dia 26, dentro das comemorações do cinquentenário da Legalidade.
Apesar dos transtornos causados pela superlotação da Bienal no feriado de 7 de setembro, provocando inclusive o fechamento dos portões do Riocentro no final da tarde – isso impediu a entrada de muitos interessados, inclusive Denise Goulart, filha de Jango, e o vereador Leonel Brizola Neto, que haviam confirmado presença –, o debate recebeu um bom público e se caracterizou como uma das principais homenagens prestadas no Rio de Janeiro à Campanha da Legalidade.

Veja a cobertura da TV Brasil sobre o lançamento da Nitpress, exibida no Repórter Brasil de 07-09-11

Uma versão de Euclydes da Cunha para crianças na Bienal

Fabiana Corrêa apresentou Euclydes da Cunha às crianças na Bienal


O público infantil pôde conhecer um pouco da vida e da obra de Euclydes da Cunha na Bienal do Livro do Rio de Janeiro através de histórias contadas pela professora Fabiana Corrêa, autora do livro Era uma vez, Euclydes – uma apresentação do escritor para crianças publicada pela editora Nitpress. O evento, prestiado pelos irmãos Camila e Bruno, trinetos de Euclydes, aconteceu no dia 7 de setembro, no espaço “Letras de Niterói” da Bienal. Mesmo os mais pequeninos acompanharam atentamente a apresentação da escritora, que utilizou pranchas com desenhos coloridos representando as fases da vida de Euclydes.

Camila e Bruno, trinetos de Euclydes da Cunha, no estande da Nitpress

A Bienal e a bibliodiversidade

“Lê alto meus versos, / eles são minha ternura / beijando teus lábios.”

O autor dos versos acima, o poeta Luís Antônio Pimentel, ganhou pela primeira vez, aos 99 anos, uma singela homenagem na Bienal do Livro que acontece no Riocentro. O reconhecimento a um dos maiores mestres brasileiros do haicai não veio, porém, dentro da programação oficial da feira, mas partiu das editoras de Niterói, cidade onde ele mora e cultiva discípulos de vida e poesia.

O que se vê na Bienal, de acordo com o roteiro traçado pelos organizadores, é a valorização dos best-sellers, promovendo à condição de verdadeiros pop stars autores de alguns livros que seriam as versões impressas dos enlatados cinematográficos americanos ou dos sucessos efêmeros fabricados pela indústria fonográfica. A vida meteórica de boa parte desses enlatados de papel reflete bem a cultura rasa também promovida hoje pelo chamado mercado editorial – as grandes editoras que pautam a Bienal do Livro e monopolizam as estantes das livrarias.

Surfando na fama, os escritores – nacionais e estrangeiros – contemplados pela programação oficial desfilam cercados de seguranças pelos corredores do Riocentro. Um estilo de vida bem diferente do homem quase centenário que anda calmamente pelas ruas de Niterói, transbordando ternura, poesia e sabedoria.

Homenagear Luís Antônio Pimentel, dando-lhe o nome da praça montada pelas editoras fluminenses no Pavilhão Verde, e publicar os seus belos textos, como tem feito a editora Nitpress nos últimos anos, é andar na contramão do mercantilismo editorial. Não que possamos renunciar às leis comerciais desta nossa sociedade de consumo, mas que falta fazem hoje editores idealistas, patriotas e culturalmente responsáveis, como Monteiro Lobato, José Olympio e Ênio Silveira!

Aliás, os grandes temas nacionais também parecem passar ao largo dos debates naquela que deveria ser a grande feira do conhecimento e das ideias. Coube ainda à Nitpress organizar o único evento – naturalmente na programação paralela – sobre os 50 anos do Movimento da Legalidade, o último grande levante popular brasileiro. Mas, apesar do desprezo do mercado pelas coisas pequenas, são elas talvez as mais capazes de captar a transcendência e a pureza, como num haicai de Pimentel:

“O que é um haicai? / É o cintilar das estrelas / num pingo de orvalho.”

Luiz Augusto Erthal
Publisher da Nitpress

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O artigo acima foi publicado no jornal O Dia de 5 de setembro de 2011, cuja reprodução pode ser vista abaixo:

Veja também o vídeo da homenagem a Pimentel:
Luís Antônio Pimentel recebe homenagem na Bienal do Livro 2011

“Histórias Perdidas do rock brasileiro” entra na lista dos dez mais da Libre

O livro Histórias Perdidas do rock brasileiro – v. I, do pesquisador musical Nélio Rodrigues, lançado pela Nitpress no final do ano passado, já está entre os 10 títulos mais procurados no site da Libre – Liga Brasileira de Editoras. Depois de ter merecido a capa do Caderno B do Jornal do Brasil, entre várias outras matérias publicadas na imprensa, e o destaque em diversos sites especializados, o livro será também resenhado na edição de março da revista Rolling Stone, considerada a mais importante publicação sobre rock no Brasil. O livro tem sido um dos mais requisitados nas principais redes de livrarias, como Saraiva/Siciliano, Travessa e Cultura. Conheça mais sobre a obra em http://www.libre.org.br/titulo_view.asp?ID=9295.
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