Projeto “Encontros com a literatura fluminense” revisita Euclydes da Cunha em Cantagalo

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O projeto “Encontros com a literatura fluminense” sobe a serra neste sábado, dia 13, para realizar a sua terceira edição na cidade de Cantagalo, terra natal de Euclydes da Cunha, apontado como o autor da maior obra da literatura brasileira – Os sertões. O evento, promovido pela editora Nitpress, com o apoio do jornal O Fluminense, tem como objetivo promover o encontro dos escritores com o público em todas as regiões do Estado do Rio e reafirmar a identidade regional a partir da difusão da literatura fluminense.
Mais uma vez, uma caravana de escritores, membros das principais instituições acadêmicas estaduais, como a Academia Fluminense de Letras, o Cenáculo Fluminense de História e Letras e a Academia Niteroiense de Letras, partirá de Niterói para unir-se, nesta edição, a um evento organizado pela Prefeitura de Cantagalo, através da Secretaria Municipal de Educação e Cultura, e pelo projeto “100 anos sem Euclides”, denominado “Caminho Cultural Euclidiano. Euclides vive! Viva Cantagalo!”.
Iniciado na última segunda-feira, o evento vem promovendo, ao longo de toda a semana, uma série de atividades, como palestras e exibições de filmes de temática euclidiana. Nesta sexta-feira começa o ciclo de debates e oficinas pedagógicas “Conversa com educadores: Euclides da Cunha na sala de aula”, promovido pela UERJ e pela UFRJ na Casa de Euclides da Cunha, terminando no sábado, junto com o encerramento da programação oficial, de responsabilidade da Prefeitura de Cantagalo.
O projeto “Encontros com a literatura fluminense” se acopla ao evento cantagalense no sábado. Logo pela manhã haverá relançamento de livros de temática euclidiana com o selo da Nitpress, como A eternidade de Euclydes da Cunha, do presidente da Academia Fluminense de Letras, Edmo Lutterbach, e Era uva vez, Euclydes…, uma apresentação inédita do grande escritor para o público infantil, de autoria de Fabiana Figueira Corrêa. À noite, o Grupo Nuance, sob a coordenação de Neide Barros Rego, fará um recital de poesias de Euclydes da Cunha e no domingo, pela manhã, os escritores terão um contato direto com o público na Praça João XXIII.
Nas duas edições anteriores, o projeto “Encontros com a literatura fluminense” visitou, com sua caravana de escritores, as cidades de Casimiro de Abreu e Rio Bonito, onde também foram homenageados Casimiro de Abreu e B. Lopes, ilustres filhos dos dois municípios, respectivamente.

Nitpress na Primavera dos Livros

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A Primavera dos Livros 2010 começa hoje, com abertura para o público a partir das 18h30m (de sexta-feira até domingo o horário de funcionamento é de 10 às 22 horas). A editora Nitpress programou cinco lançamentos para o evento, todos no domingo, pela manhã. Além do Viagem literária através do Estado do Rio, do Era uma vez, Euclydes e do B. Lopes, o poeta fidalgo – este com lançamento marcado para amanhã, em Rio Bonito, como pode ser visto no post anterior -, serão apresentados pela primeira vez ao público os livros Biografia e Criação Literária V. 5 e Nestor Tangerini e o Café Paris.
Confira os lançamentos da editora Nitpress:
- B. Lopes, o poeta fidalgo, Liane Arêas
- Biografia e Criação Literária V. 5 – Escritores do Rio de Janeiro e outros, Giovanni Ricciardi
- Viagem literária através do Estado do Rio, Luiz Antonio Barros
- Nestor Tangerini e o Café Paris, Nélson Tangerini
- Era uma vez, Euclydes…, Fabiana Corrêa
Dia 24 de outubro de 2010, das 10 às 12 horas, no Museu da República – Palácio do Catete (Rua do Catete,153, Rio, em frente à Estação Catete do Metrô)

Encontros com a literatura fluminense: o resgate de B. Lopes em Rio Bonito

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A segunda caravana do projeto Encontros com a literatura fluminense desloca-se no próximo dia 22, sexta-feira, de Niterói para Rio Bonito, onde será lançado o volume da coleção “Introdução aos clássicos fluminenses” dedicado a B. Lopes na sua terra natal. Trata-se de um resgate histórico, tendo em vista que há quase 40 anos não é publicado qualquer livro que aborde a vida ou a obra de um dos mais populares poetas do final do século XIX – certamente o mais destacado dos simbolistas àquela época -, condenado injustamente a um quase total ostracismo no século passado.
B. Lopes, o poeta fidalgo, antologia apresentada e organizada pela professora Liane Arêas, será lançada às 18h30m, no Clube dos Diretores Logistas de Rio Bonito (Rua Deocleciano Guimarães, nº 15, Centro), com o apoio da Prefeitura local, que acolheu entusiasticamente o projeto Encontros com a literatura fluminense, da editora Nitpress. Um ônibus oferecido pela Secretaria de Educação e Cultura de Rio Bonito sairá de Niterói às 17h do dia 22, partindo do Calçadão da Cultura (Rua Visconde de Itaboraí, 222, Centro) e retornando após o evento. Os interessados em participar gratuitamente da caravana devem reservar seus lugares no ônibus – limitado a 46 passageiros – pelo email nitpress@nitpress.com.br.
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Sai, pela Nitpress, a primeira obra sobre Euclydes da Cunha para crianças

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A cidade de Cantagalo, terra natal de Euclydes da Cunha, na serra fluminense, foi o local escolhido para o lançamento do livro Era uma vez, Euclydes, da professora Fabiana Corrêa. Trata-se da primeira obra sobre Euclydes da Cunha destinada ao público infantil, que poderá, agora, conhecer a biografia e os aspectos mais importantes da criação e do trabalho de um dos maiores brasileiros de todos os tempos. Veja detalhes do lançamento no site do projeto “100 anos sem Euclides”.

Lançamento da Nitpress agita o Calçadão

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Mais de cem pessoas foram esta manhã ao CalÃdadão da Cultura da Livraria Ideal, em Niterói, para prestigiar o lançamento do livro “Viagem literá¡ria pelo Estado do Rio”, de Luiz Antonio Barros. Presentes muitos dos personagens desta atualí­ssima antologia de autores fluminenses, como Luí­s Antônio Pimentel, Wanderlino Teixeira Leite Neto, Emmanuel Bragança Macedo Soares e Jota Andrade.

Viagem pelos caminhos da literatura fluminense

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A Editora Nitpress lança neste sábado, dia 28 de agosto, das 10 às 13h, no Calçadão da Cultura – Livraria Ideal (Rua Visconde de Itaboraí, 222, Centro, Niterói), o livro Viagem literária através do Estado do Rio, de Luiz Antonio Barros. Trata-se de uma antologia pioneira, focalizando apenas escritores fluminenses de todas as regiões do estado, cuja essência procurei exprimir no texto da orelha, que reproduzo a seguir:

Quem trafega pelas estradas fluminenses tem a oportunidade de apreciar um rico mosaico de paisagens formado pela diversidade geográfica do Estado do Rio. O conjunto de microrregiões bastante distintas produz um contraste de efeitos panorâmicos e climáticos, separados apenas por alguns poucos quilômetros de percurso. Praias quentes de um lado, montanhas frígidas de outro; planícies ao Norte, píncaros ao Sul; areais e brejos; lagos e rios; ilhas e baías; florestas tropicais, plantações e gados coexistindo em harmonia.

A mesma síntese imposta à geografia também predomina no panorama cultural do estado. Aqui prosperaram todas as correntes literárias, com volume e intensidade incomparavelmente superiores a quaisquer outras regiões do país. Em seu livro Formação literária brasileira – momentos decisivos, o crítico Antônio Cândido relaciona os nomes mais relevantes no processo de construção de uma identidade literária nacional, que se deu basicamente entre o período Barroco e o Romantismo. De todos os escritores citados na alentada obra, mais de 30% eram filhos da Velha Província; outro tanto, nascidos na cidade do Rio de Janeiro. Ou seja, a região fluminense respondia por mais de 60% dos maiores nomes da literatura brasileira àquela época.

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“Lacerda na era da insanidade” é lançado na ABI

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O autor, Guimarães Padilha, e Sérgio Cabral no lançamento

Foi um sucesso o concorrido lançamento do livro “Lacerda na era da insanidade”, de Guimarães Padilha, segunda-feira, dia 14, na Associação Brasileira de Imprensa. Estiveram presentes vários jornalistas, como o presidente da ABI, Maurício Azedo, Nilo Dante, Milton Coelho da Graça e o pai do governador do Rio, Sérgio Cabral, entre outros. O livro está sendo distribuído para todo o Brasil, podendo já ser encontrado em algumas das melhores livrarias, como nas lojas da rede Travessa e na Leonardo Da Vinci, no Rio, e na Gutenberg, em Niterói.

Biografia revela atentado até hoje desconhecido contra Lacerda

Episódios inéditos sobre o período da ditadura militar – antes e depois do golpe de 1964 – são revelados no livro “Lacerda na Era da Insanidade”, do jornalista Francisco José Guimarães Padilha, com orelha assinada por Zuenir Ventura, a ser lançado dia 14 de junho em todo o país pela editora Nitpress. Entre eles, e pela primeira vez, o atentado a dinamite que por pouco não explodiu um túnel ferroviário da Central do Brasil, quase ocasionando a morte de Carlos Lacerda e sua comitiva de mais de 200 pessoas em campanha presidencial. No Rio de Janeiro, o lançamento será realizado no dia 14, às 18 horas, na sede da Associação Brasileira de Imprensa (ABI).
De todos os jornalistas que passaram pela Tribuna da Imprensa, onde Padilha viveu a maior parte de sua carreira profissional, foi ele um dos que por mais tempo conviveu com Carlos Lacerda. Processado nos Atos Institucionais 3 e 4, Padilha foi preso pelos agentes da ditadura e assumiu a responsabilidade de dirigir a Tribuna da Imprensa quando o jornalista Hélio Fernandes também foi preso e confinado por vários meses em instalações militares da Ilha de Fernando de Noronha (Pernambuco) e Pirassununga (São Paulo).
Segundo o jornalista Hélio Fernandes, Guimarães Padilha foi o grande redator-chefe da Tribuna da Imprensa; “existiam outros excelentes jornalistas, mas não nas circunstâncias em que o Padilha assumiu o jornal por inteiro antes de completar 30 anos, em plena Ditadura, quando fui cassado em 1966, e proibido de escrever ou de dirigir o jornal, numa situação dramática”. Agora, Padilha lança um livro sobre Carlos Lacerda, com conhecimentos e revelações que poucos possuem. E mais: com depoimentos de quem viveu “aqueles tempos criminosos, omissos e clamorosos”, no dizer de Hélio Fernandes.
Pernambucano de Petrolina, 76 anos, Padilha expõe em seu livro não só as experiências pessoais mas também a de vários personagens da época em que batizou como “a era da insanidade”, marcada pela luta fraticida de brasileiros das facções em conflito.
Na longa experiência profissional de Padilha destaca-se, também, a cobertura de acontecimentos relevantes como a revolução cubana que levou ao poder Fidel Castro e seus guerrilheiros da Sierra Maestra. Em Nova York, onde foi correspondente da Tribuna da Imprensa e Mundo Ilustrado, Padilha entrevistou John Kennedy um mês antes do assassinato do grande líder americano. E no Rio de Janeiro é dele a última entrevista do presidente João Goulart poucas horas antes de ser deposto em 31 de março de 1964.
Em seu livro de 340 páginas, Padilha fez questão de acrescentar a visão de outros jornalistas como Hélio Fernandes, Alberto Dines, Cicero Sandroni, Murilo Mello Filho, Maurício Azedo, Zuenir Ventura, Milton Coelho da Graça, Ayrton Baffa, Ely Azeredo, Nelson Lemos, Dilson Ribeiro e Nilo Dante sobre quem foi Carlos Lacerda.[photopress:Lacerda_1_2.jpg,full,centered]

Jornal da ABI abre duas páginas para livro da Nitpress sobre o envolvimento de jornais em 64

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Maurício Azedo, presidente da ABI, o autor Aloysio de Carvalho e o publisher da Nitpress, Luiz Augusto Erthal, no lançamento do livro na Livraria da Travessa

A última edição do Jornal da ABI dedica duas páginas à cobertura da série de debates realizada na Livraria da Travessa sobre o apoio e a colaboração direta de jornais ao movimento que levou à implantação da ditadura militar. O tema foi pautado pelo lançamento do livro Rede da Democracia: O Globo, O Jornal e o Jornal do Brasil na queda do governo Goulart (1961-64), do professor e doutor em História Social Aloysio Castelo de Carvalho (UFF), uma coedição da Nitpress e da Editora da UFF.

O livro mostra, em 238 páginas e um CD contendo os fac-símiles de 100 matérias veiculadas pela Rede da Democracia entre 1963 e 1964, como essa articulação, pela pelos grupos de mídia dos Diários Associados, de O Globo e do Jornal do Brasil, abriu caminho para a deflagração do golpe militar. O lançamento aconteceu do no terceiro e último dia de debate, que contou com a participação do presidente da ABI, Maurício Azedo, prefaciador do livro, e do autor da obra.

Clique aqui para ler a matéria do Jornal da ABI na íntegra.

Livro da Nitpress reabre debate sobre 64

[photopress:_6.,full,pp_image]A livraria Travessa 1 (Travessa do Ouvidor, 17, Centro do Rio) foi palco, pelo segundo dia consecutivo, do ciclo de debates “A imprensa e o Golpe de 64″, antecedendo o lancamento, amanha, do livro A Rede da Democracia – O Globo, O Jornal e o Jornal do Brasil na queda do governo Goulart (1961-64). Teodoro Barros, Nilo Dante, Beatria Kurshne e Alceste Pinheiro debateram o tema diante de uma plateia formada principalmente por jornalistas e estudantes. amanha termina o ciclo, reunindo, na mesa de debates, o presidente da ABI, Mauricio Azedo, Jesus Chediak e o autor da obra, Aloysio Castelo de Carvalho, que vai autografar o livro em seguida. Publicado em coedicao da Nitpress e da EdUFF, “A Rede da Democracia” reabre o debate sobre o papel da imprensa no golpe de 64. Leia mais sobre o livro em www.youpode.com.br/blog/todapalavra