Ykenga lança Casa Grande & Sem Sala em Niterói

Convite


O livro Casa Grande & Sem Sala, do cartunista Ykenga, será lançado em Niterói no Bar do Renato (Praça Leoni Ramos, 19, São Domingos), no dia 9 de março, às 19h.
Sobre o livro:
A trajetória dos negros no Brasil, desde a época do Descobrimento até os dias de hoje, é retratada com humor e fina ironia em dezenas de cartoons que compõem o livro, prefaciado pelo também chargista Chico Caruso.
O sarcasmo dá o tom da crítica social presente nos desenhos de Ykenga, onde temas como escravidão, preconceito e injustiça são tratados sem rodeios. Embora seja destinado ao público em geral, o livro desperta grande interesse dos adolescentes, tanto pelo apelo das ilustrações como pela empatia com a realidade social desenhada, o que o torna um bom instrumento paradidático na abordagem da temática afro-brasileira pelas escolas.
Ykenga, como o chamava sua avó africana, foi o pseudônimo adotado por Bonifácio Rodrigues de Mattos, que vem publicando há vários anos os seus cartoons na imprensa carioca e fluminense. Começou a carreira no semanário O Pasquim e passou por vários jornais, como O Dia, Última Hora, O Fluminense, entre outros. Atualmente atua no jornal Extra. Milita também desde os anos 80 no movimento negro, é diretor da Associação Brasileira de Imprensa (ABI) e membro da Academia Brasileira da Cachaça.

Nitpress lança “A onda Maldita” em Niterói com a participação de locutoras da rádio


Com a presença de um grupo de locutoras da primeira geração da rádio, a editora Nitpress lança em Niterói no próximo dia 5, quarta-feira, a partir das 18 horas, a edição especial do livro “A onda Maldita – como nasceu a Fluminense FM”, de Luiz Antonio Mello. O evento acontece na Sala de Cultura Leila Diniz (Rua Heitor Carrilho, 81, Centro), da Imprensa Oficial, a apenas dois quarteirões da sede do Grupo Fluminense de Comunicação, palco dos acontecimentos narrados com paixão e em primeira pessoa pelo criador da emissora.
Os primeiros a chegarem à Sala Leila Diniz ganharão um pôster histórico do lançamento da rádio, há 30 anos. Entre as locutoras que participarão da festa, já confirmaram presença Cristina Rabelo, Cláudia Cid, Selma Boiron, Jussara Simões e Mylena Ciribelli. Elas vão se revezar no microfone da sala de cultura, anunciando suas músicas preferidas e relembrando os tempos da Maldita.
Com 256 páginas e um pôster-brinde na sobrecapa, o livro conta a história da emissora que revolucionou o rádio brasileiro e ajudou a construir a famosa geração 80 do rock nacional. O ano era 1982. O jornalista Luiz Antonio Mello lançava, na cidade de Niterói, aquela que viria a ser a mais emblemática rádio-rock do Brasil: a Fluminense FM “Maldita”, provocando uma autêntica revolução no dial.
O time de locutoras, o jeito feminino despojado de conduzir o microfone e o grito de guerra “Maldita!” tornaram-se as marcas registradas da rádio. Em poucos meses a audiência pulou de quase traço para as primeiras posições no Ibope. Por lá passaram grandes astros internacionais e as mais importantes bandas do rock nacional, que tiveram na emissora fluminense a base fundamental para se firmarem no cenário musical.
O escritor e crítico de música Arthur Dapieve, que assina a orelha do livro, afirma que “sem a Maldita não haveria Paralamas, Legião Urbana, Plebe Rude, Capital Inicial, Kid Abelha, Blitz, Barão Vermelho, Titãs, Ultraje a Rigor, RPM, Engenheiros do Hawaii… Ao menos não do modo que os conhecemos hoje. Sem a rádio, e sem sua parceria prática e espiritual com o Circo Voador, armado primeiramente no Arpoador e depois na Lapa, o BRock teria tido mais dificuldades para se afirmar na sensibilidade pátria”.
O livro já pode ser adquirido nas melhores livrarias e pela loja online da editora, acessando o endereço http://nitpress.webstorelw.com.br/products/a-onda-maldita.

Lançamento do livro “50 anos desta noite”

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A editora Nitpress lança no dia 23 de agosto, às 18 horas, no Salão Nobre da Câmara dos Deputados, 50 anos desta noite, livro de memórias do médico Eduardo Costa. A obra, que aborda alguns dos eventos políticos mais importantes dos últimos 50 anos, a começar pela Campanha da Legalidade, também tem lançamento marcado para o dia 29 de agosto, em Porto Alegre, às 18 horas, na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, dentro das comemorações oficiais do cinquentenário do movimento liderado por Leonel Brizola, em 1961. No dia 7 de setembro – data da posse de João Goulart na presidência da República -, o livro será lançado com um debate às 16h sobre a Legalidade na Bienal do Livro do Rio de Janeiro (espaço “Letras de Niterói”, Pavilhão Verde, Rua Origens Lessa).
A partir do dia 18 de agosto, o livro já poderá ser adquirido através da livraria online da editora e nas melhores livrarias.

FLUP – A festa da poesia fluminense

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Foram um dia e uma noite de intensa maratona poética. Poetas de várias regiões do estado convergiram no dia 29 de abril para a bucólica Barra de São João, município e berço de Casimiro de Abreu, que abrigou, na mesma atmosfera que inspirou o poeta do amor e da saudade, o I Festival Fluminense de Poesia – FLUP. A pluralidade e a livre expressão foram as marcas desse evento, que procurou dar vez e voz aos poetas fluminenses.

Com o apoio da prefeitura de Casimiro de Abreu, da Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro, da Liga Brasileira de Editoras (LIBRE), da Academia Fluminense de Letras e do Cenáculo Fluminense de História e Letras, entre outras instituições culturais, o festival, promovido pela editora Nitpress, reuniu poetas de todos os matizes e idades.

O Concurso de Poesia do FLUP, por exemplo, vencido por Manoel Herculano, que garantiu o primeiro lugar com a poesia “Afro-descendente”, classificou, entre os dez primeiros colocados, desde o jovem Yago Luiz, de apenas 13 anos, até os septuagenários Geny Sardenberg e J. D. Ladeira. Mas o concurso foi apenas um dos vários momentos poéticos do festival, que virou a noite no embalo de movimentos como o “Corujão da poesia”, “Um brinde à poesia” e “Uma noite na taverna”, com microfone aberto a todos os participantes.

A parte diurna, iniciada com uma palestra da escritora e poetisa Márcia Pessanha, presidente da Academia Niteroiense de Letras, e com a leitura do “Manifesto dos Poetas”, ofereceu uma programação variada (veja aqui), com palestras acadêmicas, oficinas de leituras, recital de poesias e esquete teatral. Durante todo o evento, uma feira de livros montada pelas editoras da LIBRE ofereceram ao público o melhor da produção editorial independente brasileira.
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Relação dos vencedores do Concurso de Poesia do FLUP

O Concurso de Poesia do FLUP foi disputado por cerca de 30 concorrentes, dos quais dez foram selecionados para serem publicados, a título de premiação, na Antologia do FLUP, a ser publicada pela Nitpress. A escolha dos vencedores foi feita por um júri de alto nível, formado pelos professores Luiz Antônio Barros, da Academia Niteroiense de Letras; Salvador Mata e Silva, presidente da Academia Gonçalense de Letras; e Nelson Tangerini, da União Brasileira de Escritores.
Os três primeiros colocados, que receberam seus certificados de classificação durante o próprio evento, foram os seguintes:
1º lugar: Manoel Herculano, com a poesia “Afro-descendente”
2º lugar: Therezinha Mello, com a poesia Estampas em xadres
3º lugar: Rosangela Machado, com a poesia “Ao poeta e sua terra: saudade”
Os demais ganhadores, não listados em ordem de classificação, são os seguintes:
Vinicius de Oliveira – “Infância perdida”
Geny Sardenberg – “Amigos”
Helen Braga – “Palavras”
Claudio W. Reis Moraes – “Cabo Frio”
Luiz Azevedo – “A luz do seu olhar”
Yago Luiz – “Arte é hip hop”
J. D. Ladeira – “A Helena de Tróia”

A Flip e o Flup

O artigo abaixo foi publicado hoje pelo jornal O Dia em sua página de opinião.

A Flip e o Flup

Enquanto Paraty se prepara para mais uma edição da internacionalíssima Flip, Barra de São João — distrito e terra de Casimiro de Abreu, maior ícone da cultura fluminense — assistiu no último fim de semana à estreia do Flup. O Festival Fluminense de Poesia, que aconteceu pela primeira vez na Costa do Sol, surge para oferecer ao calendário literário do estado um conceito diametralmente oposto ao da festa que leva nomes famosos e muita badalação à Costa Verde.

Lugarejo histórico, margeado em sua foz pelo maior rio exclusivamente fluminense, Barra de São João também possui um casario colonial, o que contribui para ornamentar a atmosfera romântica que inspirou Casimiro. Porém, a cidadezinha conserva a simplicidade e pureza imprescindíveis ao Flup, uma maratona poética de 24 horas aberta, participativa e democrática.

Apoiado pela Academia Fluminense de Letras, pelo Cenáculo Fluminense de História e Letras, pela Secretaria Estadual de Cultura, pela Prefeitura de Casimiro de Abreu e pela Libre, a liga que congrega as editoras independentes e defende a bibliodiversidade, o Flup reuniu centenas de poetas entre a manhã de sexta-feira e a madrugada de sábado. Foram palestras, painéis, oficinas de leitura, concurso de poesia e sarau poético. A poesia transbordou livre, sem restrições. Tudo ‘free’.

Sem amarras de interesses econômicos, o festival deu vez e voz aos poetas fluminenses, desde grupos organizados até mochileiros que puderam pernoitar em albergues oferecidos pela prefeitura. O resultado foram ondas seguidas de versos revelados ou revisitados. De Alberto de Oliveira, Euclydes da Cunha e Fagundes Varela ao jovem Yago Luiz — um menino de 13 anos cujo poema se classificou entre os dez primeiros no concurso do Flup —, a tradição poética e a própria identidade fluminense fluíram sem restrições.

Naquele lugar bucólico e pacato, Leon Tolstoi, o sábio escritor russo, parece ter sido bem compreendido pelos poetas fluminenses em um de seus conselhos: “Quem quer ser universal que cante sua aldeia”.

Luiz Augusto Erthal é jornalista e idealizador do Flup

“Manifesto dos Poetas”

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Um documento em defesa da cultura fluminense será apresentado durante o 1º Festival Fluminense de Poesia (FLUP), quinta-feira, dia 29 de abril, em Barra de São João, município de Casimiro de Abreu. O “Manifesto dos Poetas”, como está sendo chamado, conclama escritores e intelectuais a uma releitura da literatura fluminense como forma de afirmação de uma identidade cultural regional. Conheça, a seguir, o texto que será divulgado no FLUP. Continuar lendo

Vem aí o 1º Festival Fluminense de Poesia (FLUP)

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“Poetas, seresteiros, namorados, correi. É chegada a hora de escrever e cantar…”

Vem aí o 1º Festival Fluminense de Poesia, uma maratona poética de 24 horas para não deixar ninguém de fora. No FLUP não existe off. Todos são in.

O FLUP é IN
A mais democrática das festas literárias na bucólica cidade de Barra de São João, berço de Casimiro de Abreu, maior ícone da cultura fluminense. Um festival popular, aberto à participação de todos os poetas, trovadores, cantores, seresteiros e demais amantes da vida.

Os escritores são IN
No FLUP, todos os escritores, famosos ou não, têm um espaço gratuito e garantido para expor e vender os seus livros – publicados por editora ou de forma independente.

Os poetas são IN
O festival de poesia é aberto a todos. Qualquer poeta pode inscrever seu trabalho e participar do concurso que premiará as melhores poesias com a publicação em livro a ser lançado pela Editora Nitpress. Não há taxas de participação ou de publicação dos textos classificados. Após o concurso poético, o palco do FLUP estará franqueado a todos os poetas, cantores e seresteiros que quiserem se apresentar, dentro da maratona poética de 24 horas que formatará o festival.

As editoras são IN
A bibliodiversidade está entre as palavras de ordem do FLUP. A LIBRE (Liga Brasileira de Editoras), que congrega as editoras independentes, ficará responsável pela feira de livros do festival, cujos estandes estarão franqueados às mais de 100 editoras da entidade.

O público é IN
O FLUP não se limita a ser gratuito e democrático. Haverá também um albergue oferecido pela Prefeitura de Casimiro de Abreu a custo simbólico para todos os mochileiros que quiserem se hospedar em Barra de São João durante o evento.

A cultura fluminense é IN
Com o apoio da Academia Fluminense de Letras, do Cenáculo Fluminense de História e Letras e da Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro, o FLUP oferecerá também painéis, mesas redondas e oficinas de leituras em torno de autores e movimentos literários fluminenses.

Data: 29 de abril de 2011.
Local: Praça das Primaveras, Barra de São João.

O FLUP é uma realização da editora Nitpress e da Prefeitura de Casimiro de Abreu, inserida dentro do Encontro de Poetas de Casimiro de Abreu (EPOCABREU), de 28 a 30 de abril, em Barra de São João.

Haverá transporte gratuito, partindo de Niterói, para os primeiros que se inscreverem (as vagas são limitadas). A Prefeitura de Casimiro de Abreu oferecerá albergues masculino e feminino, ao preço simbólico de R$ 10,00. As inscrições para o ônibus, o albergue e o concurso de poesia devem ser feitas pelo email nitpress@nitpress.com.br.

Conheça os detalhes e a programação do FLUP em https://docs.google.com/present/view?id=dcfgkvhd_14gpnvx6cr

Para quem desejar se hospedar em Barra de São João durante o FLUP, segue uma relação de pousadas locais:
Pousada da Barra Tel.: (22) 2771-3109 / (22) 2764-6469
Pousada Tropicana Tel.: (22) 2774-5059
Pousada Rio e Mar Tel.: (22) 2774-0418
Hotel Encontro das Águas Tel.: (22) 2774-5077

Lançamento do livro “As matrizes de Araruama e São Vicente”

Uma visão histórica das igrejas no processo de desenvolvimento da Região dos Lagos, em pesquisa de um dos mais conceituados pesquisadores fluminenses da atualidade, Emmanuel de Macedo Soares. Lançamento dia 10 de fevereiro de 2011, às 20 h, no Teatro Municipal de Araruana (Praça Antônio Raposo, Centro), integrando uma série de eventos em comemoração ao 152º aniversário do município.

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